quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Filosofia de banheiro
Apenas mais uma de amor
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Meio x Nós
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Onda
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Viver
Desse modo, rejeitamos os sonhos de vida perfeita e de pessoas perfeitas.
Pq uma hora ou outra, esse sonho sera desmoronado. Aí sofreremos, acusaremos o outro de ter nos feito isso ou aquilo.
Nao funciona nao aceitar os erros alheios, com aquele pensamento que "só o bem vencerá". Devemos aceitar.
Aceitar um erro ou um defeito nao é ser fraco, ou mole (como se diria no popular), ou bobo. Aceitar um erro é ser o suficiente.
Quando aceitamos o nossos erros e os nossos defeitos, somos perfeitamente capazes de aceitar o outro com seus erros e defeitos.
Quando ja temos uma pre aceitaçao das imperfeiçoes, elas ja nao nos atigem.
Admitir que a vida nao é bela é a formula que torna a vida bela.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Sobre Amor
Divagando entre as flutuações de meus pensamentos, entre as impossibilidades do amor, conclui sobre suas possibilidades.
Que este nada mais é e não seria menos que um fragmento deste mundo, paralelo e ainda assim onipresente a este. Apenas notório aos loucos.
Eles que tomam partido do que querem, mesmo sabendo por quantas infindáveis escolhas terão que atropelar.
Estando o mundo fragmentado, outro seria composto pelas nebulosidades da razão. Seria este a ascensão ou a queda da humanidade?Um estado de eterna busca por respostas que já óbvias.
Ah, mas o amor, incansáveis devaneios recriados mil vezes se preciso, para não acabar o sorriso. Irrequieto repouso. Abismo de dois precipícios, como um bêbado que tenta se equilibrar, mas apenas pode escolher para qual lado vai cair.
De um lado, um abismo de delírios juvenis em campos floridos e alegres onde o próprio amor se basta.
De outro, um mergulho profundo nas inquestionáveis incertezas da mente, que viperinas, corroem o mel do amor a doce esperança. Sobrevive sozinho o amor?
Fica-se então assim, equilibrando, bambeando, transitando de um estado de insanidade a outro, entre poesias e suplícios, suspiros e martírios sobre as inesgotáveis possibilidades do amor.
(Escrito em 2008)