quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Boa Sorte

Não direi que nunca amei
Porque um dia nosso leito virou de morte
Não te matei em meu peito
E ainda lhe desejo toda sorte

Adeus

Eu tento aceitar
Que ando agora tão só
Desde que tu quisestes
E escolheu outro lugar para andar
Te amar me basta apenas
Pois não o teria preso a mim 
Se tua felicidade é outra
Que eu te ame de longe assim
Não espero pela posso de um dia enfim
Pois amando-o descobri a mim

Sigo

Te sigo de dia e de noite
Sem saber onde estás
Tateio nos ares
amores e gostos
Procuro em ti aquilo que perdi:
sorrisos e flores
Mergulho em mares: oceanos de ardores


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Poesia Veraneia

Eram lentos aqueles dias de verão
O sol pesava em meu ombros
Tudo se arrastava
Amores lentos...
Tudo era ouro o que o sol beijava
Difundia em brilho o refino que virara
Tudo se arrastava
Os sons seguiam o silêncio
Daquelas tardes vazias
Em que o dia era eterno
Naqueles dias lentos de verão

sábado, 25 de outubro de 2014

Fuga nº 2 ou Pássáro

Tuas penas bonitas, tecidas a mão
Empreste-me uma e voo com a imaginação

Tua liberdade, verdade, liberta mais que saudade.

Não te preocupas com o amanhã, pois tudo tens sem pedia a ninguém.

Penas bonitas, empreste-me tua liberdade
Eu quero voar bem longe
Pro alto da montanha, pra debaixo da cama.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Fuga nº1

Você não está em você
Você não está ali
Você voa
Você foge
Você perde
Finge paisagens
Finge ser alegria
Mente ser você

Foi amor

Foi amor quando te vi
E amor ainda agora
Foi amor quando fugi
E amor quando escolhi
Foi amor quando neguei
E era amor quando procurei
Foi amor quando esperei
E também quando me desesperei
É amor quando está perto 
E é amor quando não está aqui
É amor porque amo
tua presença, tua ausência
teu nome.